José

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SINOPSE

Ao falar de sua infância José tem que recorrer à sua memória e sabe que ela o trai, pois muita coisa está sendo relembrada de maneira inexata, ou foi esquecida. Mas ele gostaria de concluir, ao fim dessas lembranças tumultuadas, que a memória pode ser uma aliada da vida. Sabe que todo relato autobiográfico é um amontoado de mentiras - o autor mente para o leitor, e mente para si mesmo. Mas aqui, se alguma coisa foi esquecida, ele se esforçou para que nada fosse inventado. José cita Proust: «a lembrança das coisas passadas não é necessariamente a lembrança das coisas como elas foram.»
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«A sua escrita faz milagres, é misteriosa. Cada livro seu não é só uma viagem que vale a pena, é uma viagem de algum modo necessária.»
Thomas Pynchon, autor de Gravity's Rainbow

COMENTÁRIOS DOS LEITORES

"José" para ler de uma só vez.
N.Almeida | 2015-12-10
Rubem Fonseca é um dos autores incontornáveis da literatura em língua portuguesa. "José" lê-se de uma só vez, vorazmente, traçando os paralelos entre este "José" que titula a obra e o autor. Obrigado à Sextante Editora por publicar as obras deste grande mestre no nosso país.
O génio de Rubem Fonseca
N. Almeida | 2015-10-22
Rubem Fonseca é genial - seja a escrever sobre crimes ou sobre memórias de infância. Belíssima prosa de um dos maiores nomes vivos da literatura em língua portuguesa.

DETALHES DO PRODUTO

José
ISBN: 978-972-0-07173-6
Edição/reimpressão: 10-2012
Editor: Sextante Editora (chancela)
Código: 07173
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 235 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de Produto: Livro
Nasceu em Juiz de Fora (Minas Gerais), no Brasil, a 11 de maio de 1925. É um dos mais prestigiados escritores brasileiros contemporâneos e um dos expoentes máximos da literatura de língua portuguesa. Traduzido em todo o mundo, foi galardoado com seis prémios Jabuti e, pelo conjunto da sua obra, com o Prémio Camões em 2003. Em 2015, recebeu o Prémio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL).
É autor de uma vasta obra narrativa, contista e romancista, que tem vindo a ser publicada em Portugal, desde 2010, pela Sextante Editora. Os romances Agosto e A Grande Arte são duas das suas obras incontornáveis, exemplos máximos da sua escrita sóbria e de um realismo «duro» que fez escola na literatura brasileira: «todas as palavras devem ser usadas», disse uma vez numa entrevista.
A Carne Crua — uma coleção de 26 contos inéditos, lançada em Portugal há precisamente um ano —, que viria a ser a sua derradeira criação, juntam-se atualmente no catálogo da Sextante os romances O Seminarista, Buffo & Spallanzani (Prémio Literário Casino da Póvoa do Correntes d’Escritas), A Grande Arte, Agosto e O Selvagem da Ópera, os livros de contos Calibre 22, Axilas & Outras Histórias Indecorosas, Histórias Curtas e Amálgama, e a autobiografia de infância intitulada José.
Rubem Fonseca faleceu no Rio de Janeiro a 15 de abril de 2020, vítima de um enfarte do miocárdio. Após a sua morte foi editado O Doente Molière.
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