A grande arte

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SINOPSE

«O assassinato de duas prostitutas, no Rio de Janeiro, que, de início, parece obra de um maníaco sexual, abre uma caixa de Pandora de onde vão brotando, no decorrer de uma ação trepidante, as complexas ramificações de um tenebroso sindicato do crime. A história passa-se em boîtes e bares sórdidos, em sumptuosas mansões do Rio, em vilarejos da fronteira entre a Bolívia e o Brasil, onde reinam a cocaína e o crime, bem como na interminável viagem de um comboio que percorre metade do Brasil com couchettes que rangem sob o peso de casais fazendo sexo.» Do posfácio de Mario Vargas Llosa
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

A grande arte
Claudino Moura | 2020-06-16
Fonseca é um monstro da língua portuguesa e A Grande Arte é um monumento! Livro bas-fond, cheio de personagens e situações insólitas e decadentes, é uma delícia de leitura.
O grande romance
César Lorenzo Gil | 2013-05-07
Este é mais do que um romance policial. Este é mais do que um romance sociologista. É uma das obras mais importantes da literatura brasileira da segunda metade do século XX, uma sorte de Quijote carioca. Através do humor e a paródia dos géneros canónicos da narrativa popular, Rubem Fonseca desenha uma história bem dramatizada, armada com arquitectura precisa e ao mesmo tempo põe a olhada na corrupção de um sistema econômico de depredação. Imprescindível.

DETALHES DO PRODUTO

A grande arte
ISBN: 978-972-0-07151-4
Edição/reimpressão: 03-2013
Editor: Sextante Editora (chancela)
Código: 07151
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 235 x 22 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 344
Tipo de Produto: Livro
Nasceu em Juiz de Fora (Minas Gerais), no Brasil, a 11 de maio de 1925. É um dos mais prestigiados escritores brasileiros contemporâneos e um dos expoentes máximos da literatura de língua portuguesa. Traduzido em todo o mundo, foi galardoado com seis prémios Jabuti e, pelo conjunto da sua obra, com o Prémio Camões em 2003. Em 2015, recebeu o Prémio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL).
É autor de uma vasta obra narrativa, contista e romancista, que tem vindo a ser publicada em Portugal, desde 2010, pela Sextante Editora. Os romances Agosto e A Grande Arte são duas das suas obras incontornáveis, exemplos máximos da sua escrita sóbria e de um realismo «duro» que fez escola na literatura brasileira: «todas as palavras devem ser usadas», disse uma vez numa entrevista.
A Carne Crua — uma coleção de 26 contos inéditos, lançada em Portugal há precisamente um ano —, que viria a ser a sua derradeira criação, juntam-se atualmente no catálogo da Sextante os romances O Seminarista, Buffo & Spallanzani (Prémio Literário Casino da Póvoa do Correntes d’Escritas), A Grande Arte, Agosto e O Selvagem da Ópera, os livros de contos Calibre 22, Axilas & Outras Histórias Indecorosas, Histórias Curtas e Amálgama, e a autobiografia de infância intitulada José.
Rubem Fonseca faleceu no Rio de Janeiro a 15 de abril de 2020, vítima de um enfarte do miocárdio. Após a sua morte foi editado O Doente Molière.
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