O céu não pode esperar

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SINOPSE

O céu não pode esperar conta-nos a história do tenente Romão que enfrenta a morta nos céus de Moçambique durante a guerra, quando o seu avião é atingido por um míssil terra-ar. Na costa oriental de África tropeça no rasto de outro português, agente do rei de Portugal, que ali passou séculos atrás. A descoberta arrasta-o do passado para o futuro seguindo uma enigmática pista, anteriormente perseguida pela Inquisição.
Envolve-se numa perigosa cruzada onde se entrelaçam o insólito e o inexplicável, a política de Estado e as intrigas das organizações clandestinas, a procura do sagrado e o conhecimento profano. Descobre que o mesmo céu que percorreu de avião foi durante séculos alvo da curiosidade de outros homens com outros propósitos. Homens que, movidos pela força da fé e a curiosidade da razão, afrontaram o fanatismo dos dogmas e a ordem estabelecida.
Em O céu não pode esperar, cruzam-se a ciência divina do Novo Mundo e o obscurantismo religioso, a Restauração da Independência de Portugal e a herança judaica, os inimigos da Revolução de Abril e a política da Santa Sé. Quando a admirável verdade irrompe, tudo faz sentido, tudo se harmoniza, até o censurável amor, coisa admirável de acontecer.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

O céu não pode esperar
joão possante | 2016-07-14
Grande livro, gostei do enredo, gostei da forma como o Drº António Brito desenvolve a história. Perfeito!

DETALHES DO PRODUTO

O céu não pode esperar
ISBN: 978-989-8093-90-5
Edição/reimpressão: 02-2010
Editor: Sextante Editora
Código: 07076
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 224 x 18 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 300
Tipo de Produto: Livro
António Brito é licenciado em Direito e trabalhou em empresas multinacionais. Nasceu entre as serras do Açor e do Caramulo, concelho de Tábua, distrito de Coimbra. Antigo combatente da guerra colonial, alistou-se aos dezoito anos na Força Aérea, nas Tropas Pára-quedistas, sendo mobilizado para a guerra em Moçambique. Combateu os guerrilheiros nacionalistas em algumas das mais importantes operações militares de toda a guerra ultramarina: nas florestas da serra Mapé, nos pântanos do rio Rovuma, no planalto dos macondes, no vale do rio Messalo. Colaborou com jornais de Moçambique e Portugal, contando histórias de guerra e de homens vivendo para lá dos seus limites.
Os seus romances Olhos de caçador (2007) e O céu não pode esperar (2009) baseiam-se nas suas vivências africanas na guerra de guerrilhas no antigo território português do Índico. Olhos de caçador foi considerado um dos melhores livros escritos em língua portuguesa sobre a guerra colonial, a condição de soldado e a solidão do combatente, revelando o seu lado desconhecido.
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