Do branco ao negro

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SINOPSE

Um livro que tem como mote e tema a diversidade da cor. Doze autoras, que contam doze histórias, cada uma com sua cor, reflectindo a diversidade, na sua diferença e na sua complementaridade. Ana Luísa Amaral, Ana Zanatti, Clara Ferreira Alves, Elgga Moreira, Eugénia de Vasconcellos, Lídia Jorge, Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta, Raquel Freire, Rita Roquette de Vasconcellos, São José Almeida, Yvette K. Centeno. 12 contos ilustrados por Rita Roquette de Vasconcellos. Na mesma história, histórias diversas.

Os direitos autorais deste livro revertem a favor da Associação Alzheimer Portugal.
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Uma interessante antologia de contos
Teresa Fastudo |2016-01-15
A escolha das autoras, associada a um original tema aglutinador, resulta numa obra bastante interessante. Um livro que agradará particularmente a quem aprecia contos.
vale a pena
João Sousa Pinto |2014-11-07
Um bom livro. 12 excelentes contos de 12 excelentes escritoras portuguesas. O livro tem um aspecto cuidado e a apresentação gráfica é bastante boa. Vale a pena conhecer.

DETALHES DO PRODUTO

Do branco ao negro
ISBN:978-989-676-114-1
Edição/reimpressão:02-2014
Editor:Sextante Editora (chancela)
Código:07223
Idioma:Português
Dimensões:144 x 216 x 21 mm
Encadernação:Capa integral
Páginas:208
Tipo de Produto:Livro

sobre os autores

Ana Luísa Amaral nasceu em Lisboa, em 1956, e vive, desde os nove anos, em Leça da Palmeira. É Professora Associada na Faculdade de Letras do Porto. Tem um doutoramento sobre a poesia de Emily Dickinson. As suas áreas de investigação são Poéticas Comparadas, Estudos Feministas e Teoria Queer. É autora, com Ana Gabriela Macedo, do "Dicionário de Crítica Feminista" (Afrontamento, 2005) e coordenou a edição anotada de "Novas Cartas Portuguesas" (Dom Quixote, 2010). Coordena neste momento o projeto internacional financiado pela FCT Novas Cartas Portuguesas 40 anos depois, que envolve 13 equipas internacionais e mais de 15 países. Tem em preparação dois livros de ensaios.

Os seus livros de poesia estão editados em vários países como França, Brasil, Suécia, Holanda, Venezuela, Itália, Colômbia e brevemente no México e na Alemanha. Os seus livros infantis estão editados em França e na Colômbia. Em 2014 sairá no Reino Unido um livro de ensaios sobre a sua obra.

Em torno dos seus livros de poesia e infantis foram levados à cena espetáculos de teatro e leituras encenadas (como "O olhar diagonal das coisas", "A história da Aranha Leopoldina", "Próspero morreu" ou "Amor aos Pedaços").

Em 2007 teve o Prémio Literário Casino da Póvoa/Correntes d'Escritas, com o livro "A Génese do Amor", também selecionado para o Prémio Portugal Telecom. No mesmo ano, foi galardoada em Itália com o Prémio de Poesia Giuseppe Acerbi. O seu livro "Entre Dois Rios e Outras Noites", obteve, em 2008, o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores e, em 2012, o seu livro "Vozes" obteve o Prémio de Poesia António Gedeão.
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São José Almeida nasceu em 1960, em Lisboa. É jornalista do Público desde a sua fundação, em 1990. Especialista em política nacional, ao longo dos 20 anos de jornalismo acompanhou as instituições políticas e partidárias (foi repórter parlamentar entre 1995 e 2005) e também questões relacionadas com a defesa de direitos humanos, nomeadamente direitos das mulheres e dos homossexuais. Recebeu uma menção honrosa no Prémio Paridade - Mulheres e Homens na Comunicação Social, atribuído pela CIG em 2009, o Prémio ILGA em 2006 e em 2009, e o prémio de Jornalismo «Pela diversidade. Contra a discriminação» da Comissão Europeia, em 2009. Estes dois últimos prémios foram atribuídos pelo trabalho que está na base da investigação desenvolvida para este livro.
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Yvette K. Centeno nasceu em Lisboa, em 1940, numa família de origem germano-polaca. É casada, tem quatro filhos, e em sua casa a música e a literatura estiveram sempre presentes. Licenciou-se em Filologia Germânica com uma dissertação sobre O homem sem qualidades, de Musil, e doutorou-se com uma tese sobre A alquimia no Fausto de Goethe. É desde 1983 Professora Catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde fundou o Gabinete de Estudos de Simbologia, actualmente integrado no Centro de Estudos do Imaginário Literário. Ainda em estudante interessou-se por teatro, escreveu peças e rábulas, fundou o CITAC em Coimbra. Tem publicado literatura infantil, ensaio de investigação, poesia, teatro e ficção, com romances como Três histórias de amor (1994), Os jardins de Eva (1998) e Amores secretos (2006), tendo parte da sua obra traduzida em França, Espanha e Alemanha. Entre os autores que traduziu contam-se Shakespeare, Goethe, Stendhal, Brecht, Celan e Fassbinder.
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Clara Ferreira Alves é uma jornalista e escritora portuguesa.

Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, integrou a redacção de A Tarde, do Correio da Manhã e do Jornal de Letras. Foi crítica literária, editora e redatora principal do Expresso. Publicou crónicas na Única, na Máxima, no Diário Digital e colaborou na TSF.

Entre 2000 e 2004 foi diretora da Casa Fernando Pessoa, onde refundou a revista Tabacaria. Em 2004 recusou publicamente o cargo de diretora do Diário de Notícias.

Na televisão, participou nos programas O Senhor que se Segue , na SIC, foi co-autora dos programas Figuras de Estilo, com Vasco Graça Moura, e Falatório, ambos na RTP2, e de O Caminho Faz-se Caminhando, com Mário Soares, na RTP1. É comentadora no programa de opinião política O Eixo do Mal, na SIC Notícias, e no programa O Que Fica do que Passa, no Canal Q.

Publicou os livros Pluma Caprichosa, Passageiro Assediado, em co-autoria com Fernando Calhau, Mala de Senhora e Outras Histórias e Estado de Guerra.

É membro do júri do Prémio Pessoa e do German Marshall Fund em Portugal. Foi membro do Conselho Directivo do CCB. É membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra.

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Eugénia de Vasconcellos nasceu em 1967, em Faro. Espera não morrer, jamais, ainda que as evidências deem a morte por inevitável. É poeta. E entre um poema e outro cabem as crónicas, o ensaio, os contos e o romance.

Se tivesse de escolher um poeta, hoje, escolhia três: Camões, Whitman, Herberto Helder. É a poesia quem abre a porta ao futuro. É por isso que a morte não lhe morde os calcanhares. Autora de O Quotidiano a Secar em Verso (poesia), Camas Politicamente Incorrectas da Sexualidade Contemporânea (ensaio), Do Branco ao Negro (conto). Há traduções de obras suas em catalão, alemão, sérvio e romeno.
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Raquel Freire nasceu no Porto em 1973. É argumentista, realizadora e produtora, mas também ativista, cronista, encenadora de teatro, escritora e mãe duma criança de doze anos.
Escreveu e realizou Rio Vermelho (Torino Film Festival 1999), Rasganço (Veneza Film Festival 2001) e Veneno Cura (São Paulo Film Festival 2009).
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Maria Isabel Barreno nasceu em Lisboa, a 10 de julho de 1939. Licenciou-se em Ciências Historico-Filosóficas na Faculdade de Letras de Lisboa. Trabalhou no Instituto Nacional de Investigação Industrial, foi jornalista e Conselheira Cultural para os Assuntos do Ensino na Embaixada portuguesa em Paris. Publicou um total de 24 obras, entre as quais dez romances e quatro livros de contos. Participou também em diversas antologias de contos. Recebeu os prémios Camilo Castelo Branco e do Pen Club para o livro de contos Os sensos incomuns, e o prémio Fernando Namora para o romance Crónica do tempo. A Sextante Editora publicou em 2009 o seu romance mais recente, Vozes do vento.
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Rita F. Roquette de Vasconcellos divide o seu tempo entre a arquitectura, o desenho e a música, disciplinas complementares de uma actividade criativa numa forma de expressão original. Formada em Design pelo IADE e em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, inicia o seu percurso profissional como designer, percorrendo as artes gráficas, o equipamento e evoluindo como arquitecta na recuperação e reabilitação do património histórico construído. Na música e no desenho, que faz como hobby, exterioriza uma singularidade que espelha a sua alma. Em Walter-Ego convergem os vários mundos habitados por riVta.
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Ana Zanatti nasceu em Lisboa em 1949. Ao longo de 47 anos tem exercido a atividade de atriz no teatro, cinema e televisão e foi, em simultâneo, durante 26 anos, apresentadora da RTP. Autora e coautora de canções, programas de rádio e televisão, documentários e séries, tradutora de peças de teatro, publicou o primeiro romance em 2003. Tem contos e poemas publicados em diversas antologias e colaborou com jornais e revistas, desde o extinto semanário SETE à revista literária Os meus livros, e às revistas Biosofia, Elle e Egoísta, entre outras.
Dedica-se a causas como a Condição Feminina (em 1984 foi uma das 25 mulheres escolhidas para representar Portugal, em Bruxelas, pela Comissão da Condição Feminina da CEE), Defesa dos Direitos LGBT, Conservação da Natureza e Defesa do Ambiente, Defesa dos Direitos Humanos e dos Animais. Recebeu os Prémios Rede Ex Aequo em 2009 e 2012 e o Prémio Arco-Íris em 2011.
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Escritora e jornalista nascida em Lisboa em 1937. Frequentou a Faculdade de Letras da capital, tendo pertencido ao grupo de Poesia 61 e colaborado em diversos jornais e revistas. Foi dirigente do ABC Cine-Clube e militante ativa nos movimentos de emancipação feminina. Estreou-se com o livro de poesia Espelho Inicial (1960). Dedicou-se igualmente à ficção, tendo publicado, entre outros títulos, Ambas as Mãos sobre o Corpo (1970). Em 1972 foi uma das autoras das polémicas Novas Cartas Portuguesas (com Maria Velho da Costa e Maria Isabel Barreno), obra que suscitou um processo judicial pela sua natureza transgressora em relação à tradição patriarcal dominante.
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Romancista e contista portuguesa. Nasceu em 1946, no Algarve. Viveu os anos mais conturbados da Guerra Colonial em África. Foi membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social. É professora do ensino secundário e publica regularmente artigos na imprensa. O tema da mulher e da sua solidão é uma preocupação central da obra de Lídia Jorge, como, por exemplo, em Notícia da Cidade Silvestre (1984) e A Costa dos Murmúrios (1988). O Dia dos Prodigíos (1979), outro romance de relevo, encerra uma grande capacidade inventiva, retratando o marasmo e a desadaptação de uma pequena aldeia algarvia. O Vento Assobiando nas Gruas (2002) é mais um romance da autora e aborda a relação entre uma mulher branca com um homem africano e o seu comportamento perante uma sociedade de contrastes. Este seu livro venceu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores em 2003.
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