A mulher que prendeu a chuva

A mulher que prendeu a chuva

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SINOPSE

Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura.

A mulher que prendeu a chuva reúne 14 contos que partem da vida quotidiana mas se abrem, insensivelmente, a outros mundos - oníricos, fantásticos, terríveis ou absurdos - que nem por isso deixam de nos pertencer e de ser o lugar onde habitamos.

"Corria para a frente, na noite, no dorso de um cavalo enlouquecido, que me arrastava, para nenhum lugar. Não havia pontos de referência na paisagem, cavalgávamos na desfilada, depressa, cada vez mais depressa, e no entanto sem avançar no espaço. Não sabia onde estava e recordava-me só vagamente do meu nome. Mas não esquecera o teu. Nem o facto de que estavas morto."
(do conto Cavalos nocturnos)


Prémio Máxima de Literatura
Prémio Fundação Inês de Castro

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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

Sublime e tocante
M. |2018-10-26
Histórias que nos falam de viagens, da solidão, da perda e da conexão. Sempre com alguma ligação a Portugal, algo que infelizmente já não se vê com frequência; uma mistura do real com a ficção, da História com a fantasia. Contos tão simples, mas que nos podem tocar de forma surpreendente. Simplesmente fantástico, uma leitura rápida mas que deve ser devidamente saboreada.
Muito bom!
Sofia Alves |2018-10-20
Excelente livro! Recomendo.

DETALHES DO PRODUTO

A mulher que prendeu a chuva
ISBN:978-989-8093-01-1
Edição/reimpressão:03-2016
Editor:Sextante Editora
Código:07009
Idioma:Português
Dimensões:152 x 235 x 11 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:112
Tipo de Produto:Livro
Teolinda Gersão estudou nas universidades de Coimbra, Tübingen e Berlim, foi leitora de português na Universidade Técnica de Berlim e professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa, onde ensinou Literatura Alemã e Literatura Comparada. A partir de 1995 passou a dedicar-se exclusivamente à escrita literária. Viveu três anos na Alemanha, dois anos em São Paulo, Brasil, e conheceu Moçambique, onde se passa o romance A árvore das palavras (1997). Foi escritora-residente na Universidade de Berkeley em 2004. É autora de vários livros de ficção, traduzidos em 11 línguas. Foram-lhe atribuídos os seguintes prémios: por duas vezes o Prémio de Ficção do PEN Clube (O silêncio, 1981, e O cavalo de sol, 1989), o Grande Prémio de Romance e Novela da APE (A casa da cabeça de cavalo, 1995), o Prémio Fernando Namora (Os teclados, 1999), o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco (Histórias de ver e andar, 2002), o Prémio Máxima de Literatura (A mulher que prendeu a chuva e outras histórias, 2008), o Prémio da Fundação Inês de Castro (2008), o Prémio Ciranda e o Prémio da Fundação António Quadros (A Cidade de Ulisses, 2011), o Prémio Fernando Namora (Passagens, 2014) e o Prémio Literário Vergílio Ferreira 2017 pelo conjunto da sua obra. Alguns dos seus livros foram adaptados ao teatro e encenados em Portugal, Alemanha e Roménia.
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