A casa de Matriona

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SINOPSE

A casa de Matriona é não só uma das mais belas obras de Soljenítsin, como também uma das que mais influenciaram a literatura russa.
Velha camponesa reformada, Matriona esconde um coração puro e uma alma justa. Sempre pronta a ajudar apesar da miséria em que vive, ela acolhe em sua casa o narrador, um professor regressado do Gulag que vai encontrar nessa casa a Rússia profunda, ainda impregnada de cristianismo.
A tragédia entra no relato com a chegada do cunhado de Matriona, um velho ganancioso que tinha sido seu namorado…
Relato de grande lirismo popular, esta novela marcou o início da procura das raízes russas destruídas pela revolução.

Em Incidente na estação de Kotchetovka, o tenente Zotov, em plena Segunda Guerra Mundial, vê surgir, por entre comboios de soldados selvagens, um homem afável, à civil, que perdeu os seus papéis militares. Zotov é conquistado pelas suas boas maneiras. Mas, pouco a pouco, a dúvida insinua-se…
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COMENTÁRIOS DOS LEITORES

outro belo clássico
Paulo Jorge 06-09-2014 |2014-09-06
Confesso ainda nada tinha lido deste autor, mas, foi nesta descrição simples e que tão bem retrata a sociedade que me cativou. A perfeita simbiose entre o pensamento do autor e as personagens ,em especial a Matriona, tão simples , a tortura silenciosa, que a vida lhe impõs, sem dúvida uma personagem surpreendente para uma boa leitura.
Um clássico
Rita Oliveira |2014-06-02
Na boa tradição russa, Aleksandr Soljenítsin descreve na perfeição o ambiente opressivo de uma aldeia de meados do século XX. Através de Matriona, uma viúva pobre, generosa e de hábitos simples, retrata a restante sociedade, onde o egoísmo e a inveja predominam. Matriona é, no fundo, uma «simples», alguém a quem ninguém liga mas que acaba por fazer falta a todos. Até que um dia isso se torna bem evidente. Como o próprio conto esteve para se chamar, «sem um simples não há aldeia que se aguente». A segunda história fala-nos de um tenente responsável por um entroncamento de caminhos de ferro durante a guerra, e de como se deixa fascinar por um estranho que um dia por ali aparece. Gostei também, pelo ambiente, apesar de por vezes me ter perdido pelo nome das muitas personagens para um conto tão curto.

DETALHES DO PRODUTO

A casa de Matriona
ISBN:978-989-676-036-6
Edição/reimpressão:10-2013
Editor:Sextante Editora
Código:07164
Idioma:Português
Dimensões:152 x 235 x 11 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:152
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1970

Escritor russo, Aleksandr Isayevich Solzhenitsyn - por vezes escrito Alexander Soljenitsine - nasceu em Kislovodsk, no Cáucaso, a 11 de Novembro de 1918. O pai morreu na guerra, antes do seu nascimento. Aos seis anos, mudou-se com a mãe para Rostov, onde viria a estudar Matemática. Participou na Segunda Guerra Mundial, sendo várias vezes condecorado. Uma carta dirigida a um amigo, em que expressa as suas opiniões sobre Estaline, levou-o à prisão, tendo sido condenado a trabalhos forçados. Em 1962 publicou Um Dia na Vida de Ivan Denissovitch, um depoimento sobre o sistema prisional. O Primeiro Círculo e O Pavilhão dos Cancerosos, editados em 1968 no estrangeiro, trouxeram-lhe o reconhecimento internacional. Agosto 14 corresponde ao início de uma vasta obra de natureza histórica. Em 1970 foi-lhe atribuído o Prémio Nobel da Literatura, mas receando que lhe interditassem o retorno ao país, não foi recebê-lo a Estocolmo. Pouco depois da publicação de O Arquipélago de Gulag em Paris, em 1974, foi preso, julgado por traição e, finalmente, condenado ao exílio. Instalou-se nos Estados Unidos, prosseguindo a sua obra literária e procurando reunir os dissidentes na sua luta contra o sistema vigente na URSS. Em Setembro de 1991 foi por fim ilibado da acusação de traição pelo governo soviético e, em Julho de 1994, voltou à Rússia.
Escritor de inspiração católica, a libertação interior do homem é o tema central da sua obra e a razão da sua luta.
Faleceu a 3 de Agosto de 2008, em Moscovo, aos 89 anos.

Aleksandr Solzhenitsyn. In Infopédia. Porto: Porto Editora, 2003-2011.
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