2020-01-16

O Rei Recebe e as forças históricas em movimento

Novo livro de Eduardo Mendoza inicia trilogia que percorrerá os principais acontecimentos da segunda metade do século XX

Partilhar:

Considerado uma obra-prima pelo El País, O Rei Recebe chega às livrarias a 16 de janeiro, publicado pela Sextante Editora, e dá início à trilogia literária As Três Leis do Movimento.

No final dos anos sessenta, o jornalista Rufo Batalla cobre o casamento de um príncipe exilado com a sua prometida. Este é o ponto de partida para uma viagem que nos levará da Espanha franquista ao efervescente mundo cultural de Nova Iorque. Nesta época marcada por profundas mudanças socioculturais, o protagonista acompanha as transformações à sua volta. Com o humor que é «território natural da ficção de Mendoza» (El País) e um estilo que cruza a crónica histórica e o romance, o autor apresenta-nos um elenco de personagens extravagantes e cenários variados, refletindo sobre as leis do movimento, essas forças que mudam o mundo.

SINOPSE

Há duas maneiras de contar uma história: como sucedeu e como a vivemos. Eduardo Mendoza regressa com um romance que nos faz sorrir e, sobretudo... relembrar. Barcelona, 1968. Rufo Batalla recebe o seu primeiro encargo como jornalista: cobrir o casamento de um príncipe exilado com uma dama da alta sociedade. Coincidências e mal-entendidos levam-no a travar amizade com o príncipe, que lhe encomenda, entre outras coisas, a escrita da sua história. O opressivo ambiente da Espanha franquista leva-o a viajar para Nova Iorque, onde virá a ser testemunha dos grandes fenómenos sociais e culturais dos anos setenta: os movimentos antirracista, gay e feminista, e as novas vanguardas artísticas.

O AUTOR

Eduardo Mendoza nasceu em Barcelona, em 1943. Autor de uma vasta obra, iniciada em 1975 com A Verdade Sobre o Caso Savolta (que imediatamente obteve o Prémio da Crítica e se transformou numa obra «fundadora» da nova literatura espanhola), é hoje um dos vultos cimeiros do panorama literário europeu. Os seus livros foram repetidamente galardoados, quer em Espanha, quer no estrangeiro, e têm sido frequentemente adaptados ao cinema. Em 2016, venceu o Prémio Cervantes, o mais importante galardão de literatura de língua castelhana.

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK