2017-04-21

Novo romance de Philippe Claudel

A árvore dos Toraja é um «romance vivo acerca da morte»

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Os Toraja são um povo indonésio conhecido pela forma alegre como se relacionam com a morte e como sepultam os seus entes queridos. Philippe Claudel inspirou-se nesse espírito para escrever o seu novo romance, A árvore dos Toraja, sobre um cineasta que procura entender o lugar que a morte do seu melhor amigo ocupa na sua vida. Duas mulheres acompanham-no neste caminho de aprendizagem do luto e do envelhecimento, o cinema e a literatura iluminam esse caminho e o futuro.

Este livro chega às livrarias a 27 de abril com chancela da Sextante Editora e fala-nos de amizade, do amor que redime e da criação artística no cinema e literatura.

O LIVRO

«O que são os vivos? À primeira vista tudo parece evidente. Estar com os vivos. Mas que significa isso, verdadeiramente, estar vivo?

Quando respiro e caminho, quando como, quando sonho, estou inteiramente vivo? Quando sinto o calor doce de Elena estou mais vivo? Qual é o grau mais elevado de estar vivo?»

Um cineasta no meio da vida perde o seu melhor amigo e reflete sobre o papel que a morte ocupa na nossa existência. Entre duas mulheres maravilhosas, entre o presente e o passado, na memória dos rostos amados e na luz dos encontros inesperados, A árvore dos Toraja celebra as promessas da vida.

O AUTOR

Philippe Claudel é membro da Academia Goncourt e vive na Lorena, em França, onde nasceu em 1962. Romancista traduzido em todo o mundo, é também cineasta e dramaturgo.

Sobre o livro:

Depois da morte do seu melhor amigo, um cineasta mergulha na dúvida. Uma grande história entre dois homens.
Le Figaro

Phillippe Claudel assina um romance vivo, muito vivo mesmo, acerca da morte.
La Presse


Um romance em forma de interrogação metafísica sobre o lugar que ocupam os mortos nas nossas vidas. O Ocidente apressa-se a enterra-los e a apagar a sua existência. E no entanto os vivos são perseguidos pelos rumores dos seus fantasmas… Um narrador, de regresso a si mesmo através do amor, esquece os seus males e as suas feridas para se voltar para a vida.
Claire Julliard, Le Nouvel Observateur


A morte. A morte para melhor evocarmos a vida e os sentimentos que ela faz nascer em nós ao longo da nossa passagem pela terra.
Valérie Trierweiler, Paris-Match


No centro dos seus pensamentos livres, na origem do desassossego contra o qual ele luta, fica o acontecimento que é a morte, «a força que os homens têm de sobreviver», a faculdade de «aprender a morrer», na qual acreditavam Sócrates e Montaigne, a capacidade de continuar a viver após a morte do outro.
Nathalie Crom, Télérama

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